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Operação Guardião prende homem suspeito de abusos sexuais em rituais na Grande SP

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta quinta-feira (5), a Operação Guardião, com o objetivo de capturar um homem de 62 anos suspeito de cometer crimes de violência sexual. A prisão ocorreu no município de Itapecerica da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo, dando seguimento a uma investigação minuciosa conduzida pelo 37º Distrito Policial da capital.

Investigações e modus operandi

Conforme o levantamento das autoridades, o investigado utilizava sua posição de liderança religiosa para ganhar a confiança de fiéis e, sob o pretexto de realizar rituais reservados, praticava atos de cunho sexual. A influência espiritual exercida pelo suspeito era o mecanismo utilizado para subjugar as vítimas durante os encontros.

O caso, que está sendo tratado no 37º Distrito Policial (vinculado à 3ª Delegacia Seccional de Polícia da zona oeste de São Paulo), agrupa inquéritos iniciados em 2026. Até o momento, o volume de denúncias aponta um total de 10 vítimas, sendo:

  • 7 adultos;
  • 3 adolescentes na época em que os episódios teriam ocorrido;
  • Todas as vítimas identificadas são do sexo masculino.

Logística da operação e desdobramentos

Para o sucesso da ação, a Polícia Civil mobilizou um efetivo de sete policiais e utilizou três viaturas. Além do mandado de prisão temporária contra o líder religioso, foram cumpridas ordens judiciais de busca e apreensão em diferentes localidades estratégicas para o andamento das investigações:

  • Na capital paulista, na área da 6ª Delegacia Seccional;
  • Em Taboão da Serra, na Grande São Paulo;
  • Em Itanhaém, no litoral sul do estado.

Por que este caso é relevante?

O acompanhamento de crimes de violência sexual, especialmente quando envolvem abuso de autoridade ou vulnerabilidade das vítimas, é uma prioridade da segurança pública. A atuação da Polícia Civil na Operação Guardião visa desarticular o ambiente onde os abusos ocorriam e garantir que as vítimas recebam o suporte da Justiça. O homem preso permanece custodiado, à inteira disposição do Poder Judiciário, enquanto as investigações prosseguem para identificar se há outros envolvidos ou mais vítimas que ainda não foram contabilizadas nos inquéritos atuais.

Com informações de Agência SP.